Parabéns pelos 91 anos do serviço de amador!

Em 25 de Novembro de 1927, no plenário final da 3ª “Conferência Internacional sobre Radiotelegrafia”, antecessora das conferências hoje conhecidas como “Conferência Mundial de Rádio” (WRC), representantes de 74 governos assinaram a “Convenção Radiotelegráfica Internacional de Washington” (1927), que reconheceu o serviço amador internacionalmente.

Nesta Conferência atribuiu-se o espectro de frequências entre 10 kHz e 60 MHz a diferentes serviços.
O serviço de amador obteve as bandas 160m, 80m, 40m, 20m, 10m e 5m.

Dois anos antes (1925) havia sido fundada a IARU – International Radio Amateur Union –  que, a partir de 1932, representaria os radioamadores na ITU, participando na CCIR, Comité Internacional Consultivo das Radiocomunicações, mais tarde designado por         ITU/ R (Radiocommunication).

Parabéns ao radioamadorismo pelos seus 91 anos !

Para fique claro a quem quer escrever em bom radioamadorês!

 

Sabemos que este post não se destina aos operadores de CW…

O sinal 73 proveio do chamado “Philips Code” que consistia num conjunto de sinais estipulados para diminuir o tempo de transmissão nas linhas telegráficas terrestres.

Assim, quando o texto original tinha o mesmo “conceito” transmitia-se um dos sinais consignados.

Tudo começou em 1859 quando os telegrafistas dos caminhos de ferro americanos fizeram uma convenção para debaterem, entre outros, métodos para aumentarem a taxa de eficiência das suas transmissões.
Deste saiu uma comissão que determinou códigos de 1 a 92 para expressões comuns.

22 era para “amor e beijos”, 30 para “boa noite” ou SK e 73 para “cumprimentos“

O 22 virou para 88 (ninguém sabe bem porquê) e o 73 ficou!

O sinal é 73.
Setenta e três já é plural!
Por isso, não devemos acrescentar um “s”.
Que fique claro a quem quer escrever em bom “radioamadorês”!

Vy 73

 

Parabéns pelos 90 anos do serviço de amador!

Em 25 de Novembro de 1927, no plenário final da 3ª “Conferência Internacional sobre Radiotelegrafia”, antecessora das conferências hoje conhecidas como “Conferência Mundial de Rádio” (WRC), representantes de 74 governos assinaram a “Convenção Radiotelegráfica Internacional de Washington” (1927), que reconheceu o serviço amador internacionalmente.

Nesta Conferência atribuiu-se o espectro de frequências entre 10 kHz e 60 MHz a diferentes serviços.
O serviço de amador obteve as bandas 160m, 80m, 40m, 20m, 10m e 5m.

Dois anos antes (1925) havia sido fundada a IARU – International Radio Amateur Union –  que, a partir de 1932, representaria os radioamadores na ITU, participando na CCIR, Comité Internacional Consultivo das Radiocomunicações, mais tarde designado por         ITU/ R (Radiocommunication).

Parabéns ao radioamadorismo pelos seus 90 anos !