Parceria internacional: GPCW com o CWJF, Brasil

Linhas gerais do Protocolo de Parceria

Estando unidos pela língua, pela promoção do CW e do radioamadorismo, em particular, estabeleceu-se um Protocolo de Cooperação entre o CWJF – Grupo Juizforano de CW  e o GPCW.

O Protocolo tem por finalidade potenciar as sinergias, promovendo a cooperação entre ambas as partes.

No âmbito deste Protocolo incluem-se, também, actividades e eventos comuns que venham a ser decididos, assim como o aproveitamento de todas as oportunidades de cooperação que surjam no âmbito do radioamadorismo e que se entendam úteis a ambos.

Espera o GPCW que esta parceria possa estimular os praticantes de CW em ambos os lados do Atlântico e que possa servir para a partilha de conhecimento e incremento das capacidades do GPCW e do CWJF.

Nota: Quaisquer questões no âmbito deste Protocolo devem ser dirigidas ao João Carlos Morgado, CT1BQH, que é o Coordenador para as Relações Internacionais do GPCW.

Uma breve história do CWJF – Grupo Juizforano de CWCWJF Logo

O CWJF – Grupo Juizforano de CW deu os seus primeiros passos nos anos 80, tendo sido fundado no dia do Feriado Municipal de Juiz de Fora, em 31 de Maio de 1985, por 17 radioamadores locais.

Depois de um interregno na actividade do Grupo, reiniciou a sua actividade em 1993, sob a liderança do Edson (Ed), PY4WAS.

Nesse mesmo ano nascia o Concurso Manchester Mineira (CQMM).

Este cresceu ao longo de 10 anos no Brasil, superando-se o número de participantes a cada ano.

Em 1997 o CQMM abriu-se a todos os radioamadores da América do Sul.

Já em 2006, o CQMM foi aberto a todos os radioamadores das américas (Norte, centro e Sul), passando a designar-se CQMM All America DX Contest.

Face à enorme participação, aos 26 anos de existência (2011), o concurso ganhou a denominação de CQMM Manchester Mineira DX Contest e tornou-se num concurso mundial, sendo realizado no terceiro fim de semana completo, em Abril de cada ano.

O CWJF mantém ainda dois Diplomas e empenha-se na defesa do radioamadorismo e do CW no Brasil.

Práticas aconselháveis no Acções Radiotelegráficas QRS – QRS NET CW para todos! E é hoje, Terça-feira!

Práticas aconselháveis no Acções Radiotelegráficas QRS

QRS NET CW para todos! 

 

O último Acções Radiotelegráficas QRS (05/12/2017) foi unanimemente reconhecido como interessante pelos participantes mas o elevado número de estações na mesma frequência pode criar alguns congestionamentos.

Ora, o ACÇÕES constitui um QSO net em que a velocidade máxima permitida é de 12 WPM (QRS) onde todos podem participar!

Ao estarmos presentes no ACÇÕES estamos a promover o CW entre nós e a dar oportunidade a todos!

Assim, sugere-se a adopção das seguintes indicações:

Datas: Terças-Feiras

Horário: A partir das 21:00h (UTC)

Frequências: 7 025 kHz a 7 035 kHz

O meeting freq. será 7028 KHz.
Caso esta freq. esteja ocupada, o QSY acontecerá no intervalo indicado.

Chamada (sugestão): CQ GPCW QRS

Procedimento: Chamar na frequência de 7028.
Caso exista resposta de uma estação, deve fazer QSY e estabelecer um QSO noutra frequência.

Repetir o procedimento, para contactar com outras estações!

Exemplo de procedimento:

CQ CQ CQ GPCW QRS DE CT1XYZ CT1XYZ CT1XYZ K

CT1XYZ DE CT1OOO AS KN

CT1OOO DE CT1XYZ AS

CT1XYZ vai verificar frequências livres e encontra 7031 desocupada

CT1XYZ DE CT1OOO UP 3 UP 3 KN (CT1XYZ pede para subirem + 3 KHz)

CT1OOO DE CT1XYZ R UP 3 KN (CT1OOO reconhece QSY + 3 KHz)

Em 7031

CT1XYZ DE CT1OOO KN

CT1OOO DE CT1XYZ BT GE DR OM = UR RST… (QSO…)

PARTICIPE NO ACÇÕES RADIOTELEGRÁFICAS QRS!

 

 

1º Acções Radiotelegráficas QRS: Um evento muito promissor!

Ocorreu hoje, 05DEZ2017, pelas 21h UTC, o 1º Acções Radiotelegráficas QRS, nos 7 028 KHz (NET QRS CW), tendo estado no ar 9 estações e sabendo que muitas mais estiveram em RX (CT1GZB, CT1HIX, CT1HXB, CT1ECW, CU3AA, entre outras).
Para que conste, fizeram-se presentes as seguintes estações:
CT4RK, Carlos Mourato,
CT1GFQ, Carlos Fonseca,
CT1BQH João Carlos Morgado,
CT1ACS Afonso Leitão,
CT1CZT, António Gamito,
CT7ABE, João Fragoso,
CT1ZQ, Fernando Cereja,
CT7AJL, Helder Mendes
CT7AFN, Carlos Gorjão
CT1JLG, Nuno Farinha

Todos os começos são difíceis e ser a 1ª vez que um NET CW QRS se realiza em CT obriga a que a aprendizagem seja um factor sempre presente, com a humildade que se reconhece aos operadores de CW.

De notar que todos as estações mantiveram-se em QRS o que permite ajudar muitos colegas a experimentarem-se nestas linguagem nossa!
As estações presentes, de forma quase unânime, consideraram o evento de positivo com arestas a limar.
É uma reflexão que faremos imediatamente porque Terça-feira, dia 12, há mais!
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Acções Radiotelegráficas QRS – QRS NET CW para todos!

– Todas as Terças-feiras, a partir de 5 de Dezembro! –

As ACÇÕES RADIOTELEGRÁFICAS QRS são eventos, de âmbito nacional, promovidas pelo GPCW com o objetivo de incentivar a prática da comunicação em radiotelegrafia e incrementar a participação e prática dos RADIOAMADORES nesta modalidade.

O ACÇÕES constitui um QSO net em que a velocidade máxima permitida é de 12 WPM (QRS). Todos podem participar!

Datas: Terças-Feiras

Horário: A partir das 21:00h (UTC)

Frequências: 7 025 kHz a 7 035 kHz

O meeting freq. será 7028 KHz.
Caso esta freq. esteja ocupada, o QSY acontecerá no intervalo indicado.

Chamada (sugestão): CQ GPCW QRS

O Acções inicia-se no próximo dia 5 de Dezembro de 2017

Participe e divulgue!

 


Vantagens do Código de Morse versus comunicação em fonia:

  • Requer menos largura de banda que as comunicações de voz, normalmente 300Hz, contra 4KHz da fonia.
  • Permite o uso de filtros estreitos (recepção) que suprimem ou eliminam a interferência em frequências próximas.
  • O acentuado e muito frequente recurso aos sinais do Código “Q”, bem como o uso generalizado de prowords/prosigns e outras abreviaturas utilizadas no CW, facilitam a comunicação entre radioamadores de nacionalidade e língua diferente.
  • A comunicação em CW goza da vantagem de, mesmo em muito baixa potência – QRP -, possibilitar comunicações a distâncias impensáveis para os modos de fonia.
  • A recepção apoia-se no treino dos operadores que, mesmo com sinais fracos e no meio de intenso ruído atmosférico – QRN -, gozam do privilégio, vedado aos computadores, de discriminar o que é útil do que é dispensável.
  • A energia irradiada é concentrada dentro de uma estreita largura de banda, da qual a selectividade auditiva do cérebro dos operadores tira vantagem, face aos computadores, na recepção de sinais fracos, defeituosos ou interferidos.
  • A comunicação em CW é rápida, é resistente, é sintética e eficaz e constitui um privilégio para os que a usam!

PARTICIPE NO ACÇÕES RADIOTELEGRÁFICAS QRS!

INSCREVA-SE NAS ACÇÕES DE ENSINAMENTO CW!

SEJA DOS POUCOS QUE GOZAM DO PRIVILÉGIO DE SABER MORSE!

 

Em CW

Texto publicado no forúm KX-3, em 30OUT2017, por Wayne Burdick, N6KR
Traduzido para Português por Pedro, CT1DBS
NT – Nota da tradução

Acho que o CW tem muitos aspectos práticos e de encantamento que não encontro nos modos digitais, como o FT-8. Não pensem que agora já estou todo queimado com o CW, depois de 45 anos depois de ter feito exame, mas não, continuo a praticá-lo. 😊

Sim, com o FT-8 (etc.) não é preciso pensar muito quando, apesar de condições precárias [NT – propagação..], o seu objectivo é registar tantos contactos quanto possível, com tantos estados ou países quanto possível. É tão simplificado e eficiente que todo o processo é facilmente automatizado. (Se ainda não leram opiniões suficientes sobre o assunto, vejam “The mother of all FT8 threads” no QRZ.com, por exemplo.)

Mas voltemos ao CW. E porque é que ele funciona para mim. YMMV [NT – na minha modesta visão]

O CW é pessoal e visceral, é como conduzir um carro desportivo em vez de apanhar um táxi. Tal como num carro desportivo há riscos. Pode apanhar veículos longos na estrada (QRM). Pode apanhar condutores agressivos (QRN). Cair em buracos (QSB). Ser forçado a conduzir debaixo de chuva ou em condições atmosféricas adversas (QRN).

Com o CW, tal como outras formas de conversação, pode-se mudar o estilo. Enganar-se. Brincar com o assunto.

O CW é uma capacidade que liga operadores de diferentes gerações e países. Uma linguagem, uma mistura de linguagens mais que outra coisa qualquer, com abreviaturas e expressões históricas e algumas questões estranhas. Um clube a que qualquer pessoa se pode associar. (Com 60 anos e capaz de receber a 50 palavras por minuto, num bom dia, posso classificar-me como uma modesta figura esquisita [NT – Nerd Mason, no original], sem valor em qualquer outro domínio, mas muito valioso num concurso.)

Com equipamento muito simples que qualquer pessoa pode construir, tal como um oscilador que use um só transístor de potência, pode ser transmitido um sinal de CW. Tinha muito pouca experiência com electrónica quando, com 14 anos, construí um oscilador com uma potência de saída que alcançava, talvez, 100 mW. Entrelacei as pernas dos componentes e liguei o colector [NT- do transístor] a uma pilha de 9 Volt.

Com este simples circuito na mesa, acoplado a uma espia do mastro de TV, contactei uma estação a 150 milhas [NT – 240 km, aprox.] e fiquei imediatamente agarrado para construir mais coisas. E em QRP. Tenho a certeza que o sinal tinha cliques e estava cheio de harmónicas. Passei o resto da vida a fazer com que este tipo de coisas funcionasse melhor, mas foi assim que tudo começou.

Indo mais abaixo na cadeia alimentar tecnológica, pode-se fazer CW assobiando, utilizando uma lanterna, dando toques na perna de alguém debaixo de uma mesa nas aulas de cidadania ou batendo com uma chave no casco de um navio virado de pernas para o ar [NT – naufragado], tal como aconteceu em Pearl Harbour.  No último Sábado, num clube de tecnologia a que pertence o meu filho, um miúdo de 9 anos mostrou um Arduíno Uno em que um led, utilizando Morse, piscava “Hello World”. Os outros miúdos ficaram impressionados, incluindo o meu filho, que rapidamente escreveu um programa que enviava simultaneamente, para três diferentes leds, três diferentes mensagens, em Morse. Um mini pileup. O seu primeiro programa.

Afinal de contas, para fazer CW não é necessário usar computador, teclado, rato, ecrã ou software. Essas coisas são insubstituíveis no nosso dia-a-dia, mas, para mim, poder desligar tudo excepto o radio é um ponto alto no meu dia. A luz ténue do display brilha como um místico portal para o meu espaço pessoal, o espectro de RF. Se não subir a potência, não há barulho nem da ventoinha. Rodar o botão [NT – do VFO] lentamente, desde a parte baixa de uma banda até ao topo é quase como pescar no meu ribeiro favorito, Taylor Creek, que liga Fallen Leaf Lake a Lake Tahoe.

Puxar a linha através daquela massa verde, daquela água iluminada pelo sol. Ver o que picou. Truta grande? Truta pequena? Eh, é pesca de qualquer forma e um QSO para o outro lado da cidade é um QSO. Admire-o e repita.

(Já agora: Agora sabe porque é que o K3, o K3S, o KX-2 e o KX-3 da Elecraft têm um descodificador incorporado de RTTY e PSK, que permite transmitir no mesmo modo usando a chave iâmbica e receber no display do equipamento. É que decidimos fazer com que esses modos fossem conversacionais…Tal como o CW).

Voltando para os 40 metros…

73,

Wayne Burdick
N6KR

[NT- Wayne Burdick (N6KR) foi co-fundador da Elecraft, em 1988, conjuntamente com Eric Swartz (WA6HHQ)]

Parabéns pelos 90 anos do serviço de amador!

Em 25 de Novembro de 1927, no plenário final da 3ª “Conferência Internacional sobre Radiotelegrafia”, antecessora das conferências hoje conhecidas como “Conferência Mundial de Rádio” (WRC), representantes de 74 governos assinaram a “Convenção Radiotelegráfica Internacional de Washington” (1927), que reconheceu o serviço amador internacionalmente.

Nesta Conferência atribuiu-se o espectro de frequências entre 10 kHz e 60 MHz a diferentes serviços.
O serviço de amador obteve as bandas 160m, 80m, 40m, 20m, 10m e 5m.

Dois anos antes (1925) havia sido fundada a IARU – International Radio Amateur Union –  que, a partir de 1932, representaria os radioamadores na ITU, participando na CCIR, Comité Internacional Consultivo das Radiocomunicações, mais tarde designado por         ITU/ R (Radiocommunication).

Parabéns ao radioamadorismo pelos seus 90 anos !

O GPCW na Feira da ARVM – 26NOV

O GPCW, graças à gentileza da ARVM, terá uma mesa na Feira da Rádio, que decorrerá no próximo Domingo, dia 26, no IPJ, no Parque das Nações.

Esta representação será uma forma de divulgar os nossos propósitos no Radioamadorismo, na defesa, divulgação e promoção do CW!

Servirá, também, para alguns de nós se conhecerem pessoalmente.

Apareça na sua mesa, a mesa do GPCW!

Em CW

Texto publicado no forúm KX-3, em 30OUT2017, por Wayne Burdick, N6KR
Traduzido para Português por Pedro, CT1DBS
NT – Nota da tradução

Acho que o CW tem muitos aspectos práticos e de encantamento que não encontro nos modos digitais, como o FT-8. Não pensem que agora já estou todo queimado com o CW, depois de 45 anos depois de ter feito exame, mas não, continuo a praticá-lo. 😊

Sim, com o FT-8 (etc.) não é preciso pensar muito quando, apesar de condições precárias [NT – propagação..], o seu objectivo é registar tantos contactos quanto possível, com tantos estados ou países quanto possível. É tão simplificado e eficiente que todo o processo é facilmente automatizado. (Se ainda não leram opiniões suficientes sobre o assunto, vejam “The mother of all FT8 threads” no QRZ.com, por exemplo.)

Mas voltemos ao CW. E porque é que ele funciona para mim. YMMV [NT – na minha modesta visão]

O CW é pessoal e visceral, é como conduzir um carro desportivo em vez de apanhar um táxi. Tal como num carro desportivo há riscos. Pode apanhar veículos longos na estrada (QRM). Pode apanhar condutores agressivos (QRN). Cair em buracos (QSB). Ser forçado a conduzir debaixo de chuva ou em condições atmosféricas adversas (QRN).

Com o CW, tal como outras formas de conversação, pode-se mudar o estilo. Enganar-se. Brincar com o assunto.

O CW é uma capacidade que liga operadores de diferentes gerações e países. Uma linguagem, uma mistura de linguagens mais que outra coisa qualquer, com abreviaturas e expressões históricas e algumas questões estranhas. Um clube a que qualquer pessoa se pode associar. (Com 60 anos e capaz de receber a 50 palavras por minuto, num bom dia, posso classificar-me como uma modesta figura esquisita [NT – Nerd Mason, no original], sem valor em qualquer outro domínio, mas muito valioso num concurso.)

Com equipamento muito simples que qualquer pessoa pode construir, tal como um oscilador que use um só transístor de potência, pode ser transmitido um sinal de CW. Tinha muito pouca experiência com electrónica quando, com 14 anos, construí um oscilador com uma potência de saída que alcançava, talvez, 100 mW. Entrelacei as pernas dos componentes e liguei o colector [NT- do transístor] a uma pilha de 9 Volt.

Com este simples circuito na mesa, acoplado a uma espia do mastro de TV, contactei uma estação a 150 milhas [NT – 240 km, aprox.] e fiquei imediatamente agarrado para construir mais coisas. E em QRP. Tenho a certeza que o sinal tinha cliques e estava cheio de harmónicas. Passei o resto da vida a fazer com que este tipo de coisas funcionasse melhor, mas foi assim que tudo começou.

Indo mais abaixo na cadeia alimentar tecnológica, pode-se fazer CW assobiando, utilizando uma lanterna, dando toques na perna de alguém debaixo de uma mesa nas aulas de cidadania ou batendo com uma chave no casco de um navio virado de pernas para o ar [NT – naufragado], tal como aconteceu em Pearl Harbour.  No último Sábado, num clube de tecnologia a que pertence o meu filho, um miúdo de 9 anos mostrou um Arduíno Uno em que um led, utilizando Morse, piscava “Hello World”. Os outros miúdos ficaram impressionados, incluindo o meu filho, que rapidamente escreveu um programa que enviava simultaneamente, para três diferentes leds, três diferentes mensagens, em Morse. Um mini pileup. O seu primeiro programa.

Afinal de contas, para fazer CW não é necessário usar computador, teclado, rato, ecrã ou software. Essas coisas são insubstituíveis no nosso dia-a-dia, mas, para mim, poder desligar tudo excepto o radio é um ponto alto no meu dia. A luz ténue do display brilha como um místico portal para o meu espaço pessoal, o espectro de RF. Se não subir a potência, não há barulho nem da ventoinha. Rodar o botão [NT – do VFO] lentamente, desde a parte baixa de uma banda até ao topo é quase como pescar no meu ribeiro favorito, Taylor Creek, que liga Fallen Leaf Lake a Lake Tahoe.

Puxar a linha através daquela massa verde, daquela água iluminada pelo sol. Ver o que picou. Truta grande? Truta pequena? Eh, é pesca de qualquer forma e um QSO para o outro lado da cidade é um QSO. Admire-o e repita.

(Já agora: Agora sabe porque é que o K3, o K3S, o KX-2 e o KX-3 da Elecraft têm um descodificador incorporado de RTTY e PSK, que permite transmitir no mesmo modo usando a chave iâmbica e receber no display do equipamento. É que decidimos fazer com que esses modos fossem conversacionais…Tal como o CW).

Voltando para os 40 metros…

73,

Wayne Burdick
N6KR

[NT- Wayne Burdick (N6KR) foi co-fundador da Elecraft, em 1988, conjuntamente com Eric Swartz (WA6HHQ)]

Conheça os colegas que frequentam os cursos de CW online

Iniciaram-se hoje, 06/11/2017, mais dois cursos de CW online, nível 1 – “CW na lentidão”.

O GPCW tem o grato prazer de dar as boas-vindas a estes colegas ao mundo da telegrafia auditiva e deseja “boa propagação e muitos QSOs” !

Os colegas (fotografias mais abaixo) que frequentam os cursos são de diversas origens geográficas, assim distribuídos em dois cursos:

B1 -2017
Ensinador
CU3AA, João – Ilha Terceira, Açores

Ensinandos
CT2IBY, Jorge – Arruda dos Vinhos
CT2HOV, Nuno – Vila Nova de Gaia
CS7AGH, Paulo – Seixal
CR7AOL, João – Covilhã
CT1EKD, Pedro – Lisboa

B2 -2017
Ensinador
CT1CZT, Gamito – Almada

Ensinandos
CT1AQD, Pedro – Odivelas
CT1EGA, Nuno – Alcobaça
CT1BXX – Manuel – Feira
CT1EKU, David – Arruda dos Vinhos
CT1ETY, Pedro – Sintra

E não podiam faltar as fotografias no decurso da primeira sessão (clique nas fotografias para ver em grande).