Semana Europeia de QRS CW – 29ABR a 03MAI

O EuCW convida todos os radioamadores e radio-escutas a participar na Semana Europeia de QRS (EuCW QRS Activity Week). E o GPCW também!

Esta actividade decorre entre as 00h00 UTC de 29 de Abril e as 23h59 UTC de 3 de Maio e não é um concurso.
Antes pelo contrário, é um convite para baixar a velocidade de transmissão e desfrutar do CW em velocidade baixa durante cinco dias.

As datas foram escolhidas para evitar conflitos com concursos.

O objectivo é dar uma oportunidade aos novos operadores.

O espírito desta actividade é que a participação nela possa ser encarada como um serviço a potenciais novos operadores.
Uma boa causa, portanto!

A ideia desta semana é trabalhar qualquer estação, mesmo que seja só envio do RST mas utilizando apenas QRS.

Mesmo os QSOs que sejam feitos com estações não participantes podem ser incluídos nos logs.

Os que desejarem podem indicar nos seus logs até 3 estações que mereçam especial reconhecimento pelo “mais entendível morse escutado” (Most Readable Morse Heard). Apenas pode ser dado um voto a cada estação.
Se não quiser este “direito” agradece-se que o indique no Log.

A Semana Europeia de QRS (EuCW QRS Activity Week) nasceu em 2001, pela mão do nosso congénere FISTS. Durante uma década organizaram esta semana até que, em 2012, o AGCW passou a ser o clube organizador.

Datas
De 29ABR2019 a 03MAI2019, inclusive.

Regra geral – segunda-feira das 00h00 (UTC) às 23h59 (UTC) da semana após o 4º domingo do mês de Abril.

MODE

CW/A1A (só auditivo)

CLASSES

A – Mais de 10w input ou 5w de saída
B – QRP (menos de 10w input ou 5w de saída)
C – Radio escutas.

Há ainda uma classe invisível de participantes que são os clubes do EuCW (GPCW, por exemplo…).

Cada participante pode dedicar a sua participação ao seu clube: Basta indicar o respectivo clube e o número de membro no log.
Pode anunciar o facto de ser membro de um clube durante o QSO, mas não há obrigação de o fazer. Aliás, não é recomendável provocar confusão nos mais novos na prática de CW com o envio de acrónimos de clubes e números com 4 ou mais dígitos…

Chamada

Não há obrigação de o fazer especialmente, mas utilizar “CQ QRS” pode ser útil para ser detectado como participante na actividade.

Os mais experientes devem fazer CQ repetidas vezes porque os novos chegados ao CW tendem a ser envergonhados e tendem a seleccionar estações que podem descodificar facilmente…

As frequências recomendadas – sem qualquer obrigação – andam à volta de +/- 10KHz das frequências abaixo indicadas, incluindo nas bandas WARC (ver abaixo).

Chaves/velocidades

Utiliza-se qualquer tipo de chave, com ou sem keyer.
Não é aceitável o uso de qualquer teclado ou mensagens pré-programadas. Apenas é aceitável o uso de chamada pré-gravada (“CQ QRS”, por exemplo).

A velocidade máxima é de 14 WPM (70 cpm).

Se um correspondente responder a uma velocidade mais baixa, deve baixar-se a velocidade para corresponder à do outro OM

QSOs
A duração mínima para um QSO é de 5 minutos. Basta fazer QSOs normal de forma amistoso, como de costume.

Todos os QSOs devem constar do log e qualquer estação de qualquer país pode ser contactada, inclusive aquelas que não participam da actividade. Nesse caso, sugere-se que os tente convencer a participar…

O RST deve ser real. O típico 599/5NN deve ser evitado, excepto quando for esse o caso…

Parte-se do princípio que todas as estações são iguais, independentemente do “brilho” do seu indicativo.
O objectivo é obter o mais número de sinais QRS!
Logo, faça QSO com os seus colegas radioamadores todos os dias, mesmo que seja com os mesmos de sempre!

LOGS

Os logs podem ser enviados em ADIF.

O GPCW fica à disposição de qualquer colega que tenha dificuldade na “produção” deste log. Basta enviar um email para gpcw.geral@gmail.com

Cabeçalho

O cabeçalho dos logs deve conter, pelo menos, as seguinte informação:

  1. Indicativo
  2. Nome e QTH
  3. Endereço
  4. Club EUCW de preferência (GPCW, obviamente…)
  5. Classe (A= QRO, B=QRP ou C=SWL)
  6. Número de QSOs
  7. Votos para os operadores com “o mais entendível morse escutado”, até 3 indicativos
  8. Tipo de certificado deseja (papel ou pdf) caso seja reconhecido como uma das estações mais activas.

Pode juntar-se outros detalhes, se assim entender.

Informação dos QSOs

O número mínimo de colunas será:

  1. Data (aaaammdd; exemplo 20180423)
  2. Hora UTC (HHMM)
  3. Indicativo do correspondente
  4. Banda
  5. Modo (CW)
  6. RST enviado
  7. RST recebido
  8. Nome do correspondente enviado no QSO
  9. QTH do correspondente enviado no QSO

É aceitável que o RST enviado, RST recebido, nome e QTH não estejam presentes ou estejam incorrectos (ver objectivos desta semana…)
Recomendamos que outras informações da estação correspondente sejam incluídas, a título facultativo, nomeadamente equipamento utilizado, antena, WX, etc.

Envio de logs

Recomenda-se que os logs sejam enviados por correio electrónico para qrs@eucw.org

Para envio de logs em papel consulte a página do EuCW.

A ideia predominante é que é melhor qualquer log que log nenhum da mesma forma que um QSO incompleto é melhor que nenhum QSO.
A Semana QRS da EuCW não é uma competição mas uma oportunidades para os novos operadores de CW utilizarem as bandas (em cw…) sem medo de velocidades excessivas.

Prazo para o envio de Logs

Os logs devem ser enviados até 31 de Maio.

Frequências

As frequências recomendadas (área de actividade) são as seguintes:

2m – 144.065 MHz (evitar 144050 por causa das esporádicas)
6m – Utilizar qualquer frequência do plano de banda da IARU
10m – 28.055 MHz (Frequência recomendada pela IARU para QRS)
12m – 24.905 MHz
15m – 21.055 MHz (Frequência recomendada pela IARU para QRS)
17m – 18.085 MHz
20m – 14.055 MHz (Frequência recomendada pela IARU para QRS)
30m – 10.125 MHz
40m – 7.035 MHz (permanecer exclusivamente na banda “CW” 7000-7040 kHz)
80m – 3.555 MHz (Frequência recomendada pela IARU para QRS)
160m – Utilizar qualquer frequência do plano de banda da IARU

As frequências de chamada QRP devem ser evitadas: 1843; 3560; 7030; 10116; 14060; 18096; 21060; 24906; 28060 kHz.

Os novos operadores de CW que não se sintam ainda capazes de colocar um sinal no ar são especialmente convidados a participar na categoria SWL.

Dia Mundial do Código Morse – 27 de Abril

Comemora-se o Dia do Código Morse a 27 de Abril, data de nascimento de Samuel Morse.
Para além do texto que se reproduz abaixo, sugere-se que neste dia cada um de nós faça, pelo menos, um QSO em CW.

Um QSO em telegrafia…Nem sabe o bem que lhe fazia! 🙂

Se quiser saber mais sobre o CW, encontra um conjunto de textos, na sua maioria do António Gamito, CT1CZT, no nosso site.

Mas vale a pena ler o que se segue, sobre esta linguagem Samuelina que muitos ouvem falar e alguns têm o privilégio de entender!

Texto publicado no forúm KX-3, em 30OUT2017, por Wayne Burdick, N6KR
Traduzido para Português por Pedro, CT1DBS
NT – Nota da tradução

Acho que o CW tem muitos aspectos práticos e de encantamento que não encontro nos modos digitais, como o FT-8. Não pensem que agora já estou todo queimado com o CW, depois de 45 anos depois de ter feito exame, mas não, continuo a praticá-lo. 😊

Sim, com o FT-8 (etc.) não é preciso pensar muito quando, apesar de condições precárias [NT – propagação..], o seu objectivo é registar tantos contactos quanto possível, com tantos estados ou países quanto possível. É tão simplificado e eficiente que todo o processo é facilmente automatizado. (Se ainda não leram opiniões suficientes sobre o assunto, vejam “The mother of all FT8 threads” no QRZ.com, por exemplo.)

Mas voltemos ao CW. E porque é que ele funciona para mim. YMMV [NT – na minha modesta visão]

O CW é pessoal e visceral, é como conduzir um carro desportivo em vez de apanhar um táxi. Tal como num carro desportivo há riscos. Pode apanhar veículos longos na estrada (QRM). Pode apanhar condutores agressivos (QRN). Cair em buracos (QSB). Ser forçado a conduzir debaixo de chuva ou em condições atmosféricas adversas (QRN).

Com o CW, tal como outras formas de conversação, pode-se mudar o estilo. Enganar-se. Brincar com o assunto.

O CW é uma capacidade que liga operadores de diferentes gerações e países. Uma linguagem, uma mistura de linguagens mais que outra coisa qualquer, com abreviaturas e expressões históricas e algumas questões estranhas. Um clube a que qualquer pessoa se pode associar. (Com 60 anos e capaz de receber a 50 palavras por minuto, num bom dia, posso classificar-me como uma modesta figura esquisita [NT – Nerd Mason, no original], sem valor em qualquer outro domínio, mas muito valioso num concurso.)

Com equipamento muito simples que qualquer pessoa pode construir, tal como um oscilador que use um só transístor de potência, pode ser transmitido um sinal de CW. Tinha muito pouca experiência com electrónica quando, com 14 anos, construí um oscilador com uma potência de saída que alcançava, talvez, 100 mW. Entrelacei as pernas dos componentes e liguei o colector [NT- do transístor] a uma pilha de 9 Volt.

Com este simples circuito na mesa, acoplado a uma espia do mastro de TV, contactei uma estação a 150 milhas [NT – 240 km, aprox.] e fiquei imediatamente agarrado para construir mais coisas. E em QRP. Tenho a certeza que o sinal tinha cliques e estava cheio de harmónicas. Passei o resto da vida a fazer com que este tipo de coisas funcionasse melhor, mas foi assim que tudo começou.

Indo mais abaixo na cadeia alimentar tecnológica, pode-se fazer CW assobiando, utilizando uma lanterna, dando toques na perna de alguém debaixo de uma mesa nas aulas de cidadania ou batendo com uma chave no casco de um navio virado de pernas para o ar [NT – naufragado], tal como aconteceu em Pearl Harbour.  No último Sábado, num clube de tecnologia a que pertence o meu filho, um miúdo de 9 anos mostrou um Arduíno Uno em que um led, utilizando Morse, piscava “Hello World”. Os outros miúdos ficaram impressionados, incluindo o meu filho, que rapidamente escreveu um programa que enviava simultaneamente, para três diferentes leds, três diferentes mensagens, em Morse. Um mini pileup. O seu primeiro programa.

Afinal de contas, para fazer CW não é necessário usar computador, teclado, rato, ecrã ou software. Essas coisas são insubstituíveis no nosso dia-a-dia, mas, para mim, poder desligar tudo excepto o radio é um ponto alto no meu dia. A luz ténue do display brilha como um místico portal para o meu espaço pessoal, o espectro de RF. Se não subir a potência, não há barulho nem da ventoinha. Rodar o botão [NT – do VFO] lentamente, desde a parte baixa de uma banda até ao topo é quase como pescar no meu ribeiro favorito, Taylor Creek, que liga Fallen Leaf Lake a Lake Tahoe.

Puxar a linha através daquela massa verde, daquela água iluminada pelo sol. Ver o que picou. Truta grande? Truta pequena? Eh, é pesca de qualquer forma e um QSO para o outro lado da cidade é um QSO. Admire-o e repita.

(Já agora: Agora sabe porque é que o K3, o K3S, o KX-2 e o KX-3 da Elecraft têm um descodificador incorporado de RTTY e PSK, que permite transmitir no mesmo modo usando a chave iâmbica e receber no display do equipamento. É que decidimos fazer com que esses modos fossem conversacionais…Tal como o CW).

Voltando para os 40 metros…

73,

Wayne Burdick
N6KR

[NT- Wayne Burdick (N6KR) foi co-fundador da Elecraft, em 1988, conjuntamente com Eric Swartz (WA6HHQ)]

Dia Mundial do Radioamador – 18 de Abril

Comemora-se a 18 de Abril o Dia Mundial do Radioamador.
Este dia comemora a formação, em 18 de Abril de 1925, da IARU – International Amateur Radio Union, em Paris.

Apesar de se achar, na altura, que a denominada onda curta não tinha qualquer utilidade, os radioamadores foram os primeiros a concluir que suportava comunicações a longa distância.
Assim, com a vista à utilização comercial desses menores comprimentos de onda, os radioamadores ficaram em risco de ser colocados de lado, ou seja, sem espectro…
Com vista a evitar tal situação, um grupo de pioneiros do radioamadorismo, juntou-se em Paris e formou a IARU, constituindo-se num grupo de pressão organizado.

O trabalho deu frutos e, apenas dois anos mais tarde, na Conferência Internacional de Radiotelegrafia – que precedeu as WRC’s dos nossos dias -, foram atribuídas as bandas de 160, 80, 40, 20  e 10 metros aos radioamadores.
Desde então a IARU tem-se batido na defesa do espectro dos radioamadores, tendo-se verificado a expansão das alocações de faixas de frequência que são conhecidas.

A IARU tem representados 160 países, repartidos por 3 regiões, sendo a maior organização de radioamadores do mundo, estando Portugal englobado na Região 1.

A IARU é reconhecida pelas Nações Unidas como uma ONG e pela ITU como organização internacional (CV/Art.19, No. 230).

Existem mais de  3 000 000 radioamadores no mundo!

Este Dia do Radioamador é a altura para celebrar e enfatizar a ajuda que podemos dar na educação cientifica e nos serviços à comunidade que somos capazes de presta, através de eventos e actividades.

A Rede dos Emissores Portugueses (REP) é a associação representante de Portugal na IARU, Região 1, desde 1933.

 

Semana Europeia de QRS CW – EuCW QRS Activity week

O EuCW convida todos os radioamadores e radio-escutas a participar na Semana Europeia de QRS (EuCW QRS Activity Week). E o GPCW também!

Esta actividade decorre entre as 00h00 UTC de 29 de Abril e as 23h59 UTC de 3 de Maio e não é um concurso.
Antes pelo contrário, é um convite para baixar a velocidade de transmissão e desfrutar do CW em velocidade baixa durante cinco dias.

As datas foram escolhidas para evitar conflitos com concursos.

O objectivo é dar uma oportunidade aos novos operadores.

O espírito desta actividade é que a participação nela possa ser encarada como um serviço a potenciais novos operadores.
Uma boa causa, portanto!

A ideia desta semana é trabalhar qualquer estação, mesmo que seja só envio do RST mas utilizando apenas QRS.

Mesmo os QSOs que sejam feitos com estações não participantes podem ser incluídos nos logs.

Os que desejarem podem indicar nos seus logs até 3 estações que mereçam especial reconhecimento pelo “mais entendível morse escutado” (Most Readable Morse Heard). Apenas pode ser dado um voto a cada estação.
Se não quiser este “direito” agradece-se que o indique no Log.

A Semana Europeia de QRS (EuCW QRS Activity Week) nasceu em 2001, pela mão do nosso congénere FISTS. Durante uma década organizaram esta semana até que, em 2012, o AGCW passou a ser o clube organizador.

Datas
De 29ABR2019 a 03MAI2019, inclusive.

Regra geral – segunda-feira das 00h00 (UTC) às 23h59 (UTC) da semana após o 4º domingo do mês de Abril.

MODE

CW/A1A (só auditivo)

CLASSES

A – Mais de 10w input ou 5w de saída
B – QRP (menos de 10w input ou 5w de saída)
C – Radio escutas.

Há ainda uma classe invisível de participantes que são os clubes do EuCW (GPCW, por exemplo…).

Cada participante pode dedicar a sua participação ao seu clube: Basta indicar o respectivo clube e o número de membro no log.
Pode anunciar o facto de ser membro de um clube durante o QSO, mas não há obrigação de o fazer. Aliás, não é recomendável provocar confusão nos mais novos na prática de CW com o envio de acrónimos de clubes e números com 4 ou mais dígitos…

Chamada

Não há obrigação de o fazer especialmente, mas utilizar “CQ QRS” pode ser útil para ser detectado como participante na actividade.

Os mais experientes devem fazer CQ repetidas vezes porque os novos chegados ao CW tendem a ser envergonhados e tendem a seleccionar estações que podem descodificar facilmente…

As frequências recomendadas – sem qualquer obrigação – andam à volta de +/- 10KHz das frequências abaixo indicadas, incluindo nas bandas WARC (ver abaixo).

Chaves/velocidades

Utiliza-se qualquer tipo de chave, com ou sem keyer.
Não é aceitável o uso de qualquer teclado ou mensagens pré-programadas. Apenas é aceitável o uso de chamada pré-gravada (“CQ QRS”, por exemplo).

A velocidade máxima é de 14 WPM (70 cpm).

Se um correspondente responder a uma velocidade mais baixa, deve baixar-se a velocidade para corresponder à do outro OM

QSOs
A duração mínima para um QSO é de 5 minutos. Basta fazer QSOs normal de forma amistoso, como de costume.

Todos os QSOs devem constar do log e qualquer estação de qualquer país pode ser contactada, inclusive aquelas que não participam da actividade. Nesse caso, sugere-se que os tente convencer a participar…

O RST deve ser real. O típico 599/5NN deve ser evitado, excepto quando for esse o caso…

Parte-se do princípio que todas as estações são iguais, independentemente do “brilho” do seu indicativo.
O objectivo é obter o mais número de sinais QRS!
Logo, faça QSO com os seus colegas radioamadores todos os dias, mesmo que seja com os mesmos de sempre!

LOGS

Os logs podem ser enviados em ADIF.

O GPCW fica à disposição de qualquer colega que tenha dificuldade na “produção” deste log. Basta enviar um email para gpcw.geral@gmail.com

Cabeçalho

O cabeçalho dos logs deve conter, pelo menos, as seguinte informação:

  1. Indicativo
  2. Nome e QTH
  3. Endereço
  4. Club EUCW de preferência (GPCW, obviamente…)
  5. Classe (A= QRO, B=QRP ou C=SWL)
  6. Número de QSOs
  7. Votos para os operadores com “o mais entendível morse escutado”, até 3 indicativos
  8. Tipo de certificado deseja (papel ou pdf) caso seja reconhecido como uma das estações mais activas.

Pode juntar-se outros detalhes, se assim entender.

Informação dos QSOs

O número mínimo de colunas será:

  1. Data (aaaammdd; exemplo 20180423)
  2. Hora UTC (HHMM)
  3. Indicativo do correspondente
  4. Banda
  5. Modo (CW)
  6. RST enviado
  7. RST recebido
  8. Nome do correspondente enviado no QSO
  9. QTH do correspondente enviado no QSO

É aceitável que o RST enviado, RST recebido, nome e QTH não estejam presentes ou estejam incorrectos (ver objectivos desta semana…)
Recomendamos que outras informações da estação correspondente sejam incluídas, a título facultativo, nomeadamente equipamento utilizado, antena, WX, etc.

Envio de logs

Recomenda-se que os logs sejam enviados por correio electrónico para qrs@eucw.org

Para envio de logs em papel consulte a página do EuCW.

A ideia predominante é que é melhor qualquer log que log nenhum da mesma forma que um QSO incompleto é melhor que nenhum QSO.
A Semana QRS da EuCW não é uma competição mas uma oportunidades para os novos operadores de CW utilizarem as bandas (em cw…) sem medo de velocidades excessivas.

Prazo para o envio de Logs

Os logs devem ser enviados até 31 de Maio.

Frequências

As frequências recomendadas (área de actividade) são as seguintes:

2m – 144.065 MHz (evitar 144050 por causa das esporádicas)
6m – Utilizar qualquer frequência do plano de banda da IARU
10m – 28.055 MHz (Frequência recomendada pela IARU para QRS)
12m – 24.905 MHz
15m – 21.055 MHz (Frequência recomendada pela IARU para QRS)
17m – 18.085 MHz
20m – 14.055 MHz (Frequência recomendada pela IARU para QRS)
30m – 10.125 MHz
40m – 7.035 MHz (permanecer exclusivamente na banda “CW” 7000-7040 kHz)
80m – 3.555 MHz (Frequência recomendada pela IARU para QRS)
160m – Utilizar qualquer frequência do plano de banda da IARU

As frequências de chamada QRP devem ser evitadas: 1843; 3560; 7030; 10116; 14060; 18096; 21060; 24906; 28060 kHz.

Os novos operadores de CW que não se sintam ainda capazes de colocar um sinal no ar são especialmente convidados a participar na categoria SWL.

109º ano após o início das comunicações radiotelegráficas na Marinha Portuguesa

Refª – Vídeo no final do texto

Comemora-se  a 16 de Fevereiro, o 109º aniversário da ligação radiotelegráfica entre Vale do Zebro* e o Posto Radiotelegráfico do Arsenal da Marinha, que marca o início das comunicações regulares usando “Telegrafia Sem Fios” (T.S.F.) naquele ramo das Forças Armadas.

posto radiotelegrafico casa da Balança 1
Posto Radiotelegráfico da Casa da Balança, em Fevereiro de 2016
Crédito: Fotografia da Marinha Portuguesa​​​ (www.marinha.pt)

Na comunicação apresentada na Academia de Marinha, pelo Membro Efectivo Contra-Almirante Leiria Pinto, em 1 de Junho de 2010, intitulada “AS COMUNICAÇÕES NA MARINHA – Dos primórdios a 1975” pode ler-se:

Foi a 16 de Fevereiro de 1910, a data histórica de que presentemente se comemora o centenário, quando Vale de Zebro é ligado ao Posto Radiotelegráfico do Arsenal da Marinha, recém instalado na Casa da Balança**,  o qual se considera a primeira estação radiotelegráfica portuguesa.

No fim do ano de 1910, além destes dois postos, dispunham de equipamentos radiotelegráficos os seis cruzadores; “S. Gabriel”, “Almirante Reis” (ex. “D. Carlos”), “São Rafael”, “Adamastor”, “Vasco da Gama” e “República” (ex. “Rainha D. Amélia”).

Estavam assentes os alicerces da T.S.F. na Marinha, tornava-se agora necessário estabelecer os vários pólos radiotelegráficos que permitissem uma rede de comunicações alargada e consolidada.

Em 1913, o Posto da Casa da Balança é aberto ao serviço público móvel marítimo, sendo considerado, por esse facto, a primeira estação pública de T.S.F..
Era já a “Marinha de duplo uso”.

* NR – Actualmente é a Escola de Fuzileiros.
** NR – Actuais Edifícios da Administração Central da Marinha, na Av Ribeira das Naus, em Lisboa.

Vídeo – Centenário da Radiotelegrafia na Marinha

Dicas para ajudar na aprendizagem de CW!

Para os colegas que estão nos cursos de CW online, aqui ficam umas dicas adicionais, para além do conjunto de conselhos que o Ensinador já providenciou..

Assim:

  • Dividir o estudo em pequenas partes, permitindo treinar a memória de curta duração vs a memória de longa duração; Num QSO a primeira é a importante!
  • Praticar e treinar é parte do processo. Não há osmose, nem comprimidos, nem mézinhas que permitam que a aprendizagem seja feita de outra maneira. A vontade e a determinação é que regulam o ritmo de aprendizagem!
  • Fazer exercícios diferentes: Misturar RX com TX. Sobretudo, praticar RX, muito RX…
  • Fazer pequenas sessões ao longo do dia. Praticar mais que uma vez por dia, integrando o treino na rotina diária…
  • Se, numa sessão, o CW está a ficar verdadeiramente chato/incomodativo… Parar e fazer o treino mais tarde!
  • A determinada altura pode acontecer que não se consiga identificar caracteres/sinais que julgávamos já “sabidos”. Até parecem estar a desaparecer do nosso conhecimento! Boa noticia: Está a aprender e isso é parte da aprendizagem.
  • Treinar! No pain no gain… 🙂

GL ES GD WK ES VY 73

Bootcamp CW, CW e CW! – Inquérito quase a terminar!

Apesar de dezenas de colegas terem já preenchido o inquérito para determinar a melhor maneira de fazer o Bootcamp CW, CW e CW! ainda há mais uns dias para a registar a colaboração de outros OMs.

Assim, a opinião dos radioamadores sobre o assunto pode ser registada
em https://goo.gl/forms/SqQGOeTGHcNsgKl63 até ao próximo Domingo.

O CW diz quase tudo!

Relembrando

O Bootcamp CW, CW e CW! é um conceito de formação e treino, cujo método é baseado na prática de várias atividades de formação e aprendizagem não-formal, em ambiente descontraído.

Ou seja, o GPCW propõe-se fazer uma actividade que
concentre OMs num local e, pondo em prática o espírito radioamadorístico e do CW, aproveitamos para confraternizar e aprender uns com os outros, tendo por base o CW!

TKS ES VY 73

Qual a minha velocidade de transmissão em CW ?

A forma mais familiar de saber a velocidade de uma transmissão, em palavras por minuto (Words Per Minute ou WPM, em inglês), é definida como sendo o número de vezes que a palavra Paris é enviada num minuto, com normal relação entre os sinais e com a inclusão de espaços entre as palavras.

Note-se que a palavra Paris foi escolhida porque contém o número de dits e dahs que representam o tamanho médio das palavras – outrora – transmitidas telegraficamente.

Assim, para medir a velocidade de transmissão, contabilizam-se o número de segundos para transmitir 10 vezes a palavra Paris.

A velocidade (em WPM) é encontrada seguindo a fórmula:
Velocidade [WPM] = 10/tempo da transmissão em segundos x 60

Por exemplo, se demorar 21 segundos para transmitir 10 vezes a palavra Paris (não esquecer o intervalos entre as palavras), a velocidade é de

10/21*60 = 28,5 WPM

Portanto, acabei de “calibrar” um potenciómetro de um keyer que construí com componentes discretos (resistências, condensadores, 2 CI CMOS, etc).
A minha chave iâmbica vai ficar feliz em saber até onde alcança (nas minhas mãos…).

O jeito que isto me dá…

Bootcamp CW, CW e CW! – Inquérito

O Bootcamp CW, CW e CW! é um conceito de formação e treino, cujo método é baseado na prática de várias atividades de formação e aprendizagem não-formal, em ambiente descontraído.

Ou seja, o GPCW propõe-se fazer uma actividade que concentre OMs num local e, pondo em prática o espírito radioamadorístico e do CW, aproveitamos para confraternizar e aprender uns com os outros, tendo por base o CW!

Para atingir os objectivos e ir ao encontro da maioria é necessário conhecer a opinião dos radioamadores.
Assim, está disponível um inquérito para preenchimento em https://goo.gl/forms/SqQGOeTGHcNsgKl63

TKS ES VY 73

Participe nesta roda de amigos e traga outros consigo: É o que tem acontecido! E é hoje…

Ao estarmos presentes no ACÇÕES QRS estamos a promover o CW entre nós e a dar oportunidade a todos, nomeadamente a quem se iniciou mais recentemente no CW.

7028 e 3528 KHz !

As indicações a seguir são as que se encontram em Práticas aconselháveis no Acções Radiotelegráficas QRS – QRS NET CW para todos! E é às Terça-feiras…

Participe nesta roda de amigos e traga outros consigo!