Parabéns pelos 92 anos do serviço de amador!

Em 25 de Novembro de 1927, no plenário final da 3ª “Conferência Internacional sobre Radiotelegrafia”, antecessora das conferências hoje conhecidas como “Conferência Mundial de Rádio” (WRC), representantes de 74 governos assinaram a “Convenção Radiotelegráfica Internacional de Washington” (1927), que reconheceu o serviço amador internacionalmente.

Nesta Conferência atribuiu-se o espectro de frequências entre 10 kHz e 60 MHz a diferentes serviços.
O serviço de amador obteve as bandas 160m, 80m, 40m, 20m, 10m e 5m.

Dois anos antes (1925) havia sido fundada a IARU – International Radio Amateur Union –  que, a partir de 1932, representaria os radioamadores na ITU, participando na CCIR, Comité Internacional Consultivo das Radiocomunicações, mais tarde designado por  ITU/ R (Radiocommunication).

Parabéns ao radioamadorismo pelos seus 92 anos !

Dicas para ajudar na aprendizagem de CW!

Para os colegas que estão nos cursos de CW online, aqui ficam umas dicas adicionais, para além do conjunto de conselhos que o Ensinador já providenciou..

Assim:

  • Dividir o estudo em pequenas partes, permitindo treinar a memória de curta duração vs a memória de longa duração; Num QSO a primeira é a importante!
  • Praticar e treinar é parte do processo. Não há osmose, nem comprimidos, nem mézinhas que permitam que a aprendizagem seja feita de outra maneira. A vontade e a determinação é que regulam o ritmo de aprendizagem!
  • Fazer exercícios diferentes: Misturar RX com TX. Sobretudo, praticar RX, muito RX…
  • Fazer pequenas sessões ao longo do dia. Praticar mais que uma vez por dia, integrando o treino na rotina diária…
  • Se, numa sessão, o CW está a ficar verdadeiramente chato/incomodativo… Parar e fazer o treino mais tarde!
  • A determinada altura pode acontecer que não se consiga identificar caracteres/sinais que julgávamos já “sabidos”. Até parecem estar a desaparecer do nosso conhecimento! Boa noticia: Está a aprender e isso é parte da aprendizagem.
  • Treinar! No pain no gain… 🙂

GL ES GD WK ES VY 73

GPCW na Feira da ARVM – 25 de Novembro de 2018, IPJ, Parque das Nações

A Direcção da ARVM, simpaticamente, convidou e o GPCW estará presente na Feira da Rádio da ARVM, mesmo em dia de CQ WW CW Contest!

Esta representação será uma forma de divulgar os nossos propósitos no Radioamadorismo, na defesa, divulgação e promoção do CW!

A mesa do GPCW estará à entrada do IPJ.

Todos os membros do GPCW serão bem-vindos, tal como todos os OMs que queiram trocar 2 dedos de conversa.
E nem tem de ser em CW!

Inquérito às condições de acesso ao radioamadorismo – Região 1

IARU R1

A REF – Réseau des Émetteurs Français – pediu à IARU Região 1 para fazer um inquérito junto das associações nacionais da Região 1 (IARU), relativa às condições/características e custos dos exames e da licença.

As questões suscitadas no inquérito foram:

  • Programa de exame;
  • Questões colocadas nos exames;
  • Condução/responsabilidade pelos exames;
  • Custo dos exames;
  • Taxa anual da licença de amador.

Dos 30 países que responderam, verifica-se:

  • Em 16 países o programa de exames foi desenvolvido pelo regulador e pela associação nacional, sozinha ou em conjunto com outras associações locais;
  • Em 21 países as questões colocadas no exame foram desenvolvidas pela associação nacional, no quadro de um acordo com o regulador;
  • Em 18 países, as sessões de exame são geridas pela associação nacional, sozinha ou em conjunto com outras associações locais, no quadro de um acordo com o regulador;
  • Em 10 países a licença é gratuita ou é paga uma única vez (vitalícia).

 

Verifica-se ainda que a Alemanha é a que tem os exames mais caros (80 ou 110 Euros) e uma taxa de licença vitalícia de 70 Euro.

Contudo, os países mais caros são a Holanda e a Noruega.

Na Holanda o exame custa 62 Euros e a taxa anual é de 34 Euros.

Na Noruega paga-se uma taxa única de 210 Euros (exame e licença vitalícia).

O país da Região 1 onde é mais barato ser radioamador é a Libéria, onde não se pagam taxas de exame e de licença.

Portugal está, sensivelmente, a meio da tabela de custos.