Para fique claro a quem quer escrever em bom radioamadorês!

 

Sabemos que este post não se destina aos operadores de CW…

O sinal 73 proveio do chamado “Philips Code” que consistia num conjunto de sinais estipulados para diminuir o tempo de transmissão nas linhas telegráficas terrestres.

Assim, quando o texto original tinha o mesmo “conceito” transmitia-se um dos sinais consignados.

Tudo começou em 1859 quando os telegrafistas dos caminhos de ferro americanos fizeram uma convenção para debaterem, entre outros, métodos para aumentarem a taxa de eficiência das suas transmissões.
Deste saiu uma comissão que determinou códigos de 1 a 92 para expressões comuns.

22 era para “amor e beijos”, 30 para “boa noite” ou SK e 73 para “cumprimentos“

O 22 virou para 88 (ninguém sabe bem porquê) e o 73 ficou!

O sinal é 73.
Setenta e três já é plural!
Por isso, não devemos acrescentar um “s”.
Que fique claro a quem quer escrever em bom “radioamadorês”!

Vy 73

 

Amanhã há acções – Terça-feiras – e temos uma agradável surpresa!

Amanhã, no Acções vamos ter a presença do Michael, G0POT, que operará como CT/G0POT/p.
Este colega tenta participar regularmente no Acções desde o seu QTH e agora tem possibilidade de o fazer “ao vivo e a cores”!

O desafio é tentar fazer QSO com ele e com todos os outros que aparecem em QRS!

Participe nesta roda de amigos e traga outros consigo!

Ao estarmos presentes no ACÇÕES QRS estamos a promover o CW entre nós e a dar oportunidade a todos, nomeadamente a quem se iniciou mais recentemente no CW.

As indicações a seguir são as que se encontram em Práticas aconselháveis no Acções Radiotelegráficas QRS – QRS NET CW para todos! E é às Terça-feiras…

 

80º Aniversário do First Class CW Operator’s Club (FOC) – Um desafio!

Está a decorrer até às 2400z, de 31 de Maio, o desafio do FOC, para comemorar os 80 anos deste prestigiado clube de CW (https://www.g4foc.org/foc80).

O desafio consiste em trabalhar o maior número de estações daquele Clube, sendo que as estações valem pontos:

  • Com “80” no indicativo – 10 pontos
  • Com “FOC” no indicativo – 5 pontos
  • Estações de membros – 1 ponto

Note-se que, neste desafio, há estações que operam tipo concurso (5NN TU…), há outras que praticam um QSO “normal” e há ainda outras que ficam na conversa com o correspondente.
Todas operam QRS quando o correspondente responde em QRS!

O desafio tem um leaderboard que conterá não mais de 800 estações, ordenadas pela pontuação.

O “top 80” receberá um Diploma do grau ouro. Já o “top 400 receberá um Diploma do grau prata, enquanto os restantes recebem um Diploma do grau bronze.

Através do RBN há uma página que indica as estações do FOC que estão no ar, em cada momento: http://foc.dj1yfk.de/bandmap

O leaderboard onde estão os resultados globais e onde cada um pode consultar a sua pontuação está em https://clublog.org/foc_leaderboard.php

GL ES 73

Participe nesta roda de amigos e traga outros consigo! E é às Terça-feiras…

Ao estarmos presentes no ACÇÕES QRS estamos a promover o CW entre nós e a dar oportunidade a todos, nomeadamente a quem se iniciou mais recentemente no CW.

As indicações a seguir são as que se encontram em Práticas aconselháveis no Acções Radiotelegráficas QRS – QRS NET CW para todos! E é às Terça-feiras…

Participe nesta roda de amigos e traga outros consigo!

 

Resultados (?) EUCW QRS Week

Na semana do QRS na europa, verificou-se uma alta actividade de estações portuguesas a chamar em QRS (menos de 15WPM), se compararmos com outras semanas do ano.

O GPCW aproveita, desde já, para saudar todos os participantes!

Não sabemos e não há meio de saber se outras estações também participaram, nem se todas que chamaram em QRS ao longo da semana o estavam a fazer no âmbito da evento.

Porém, aqui ficam os indicativos que foram escutados em QRS ao longo da EuCW QRS Week (por ordem alfabética):

  • CS7AFI
  • CS7AMH
  • CT1ACS
  • CT1AQF
  • CT1BQH
  • CT1CPP
  • CT1DB
  • CT1DBS
  • CT1DGH
  • CT1DN
  • CT1EAW
  • CT1EKD
  • CT1EKU
  • CT1ELZ
  • CT1EOD
  • CT4GN
  • CT7ABE
  • CT7AEQ
  • CT7AFN

 

Relembra-se que o prazo para o envio dos logs termina em 31 de Maio, conforme o post gpcw.blog/2018/04/23/semana-europeia-de-qrs-durante-toda-a-semana-e-a-terca-tambem/

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Ao estarmos presentes no ACÇÕES QRS estamos a promover o CW entre nós e a dar oportunidade a todos, nomeadamente a quem se iniciou mais recentemente no CW.

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Dia Mundial do Código Morse – 27 de Abril

Comemora-se o Dia do Código Morse a 27 de Abril, data de nascimento de Samuel Morse.
Para além do texto que se reproduz abaixo, sugere-se que neste dia cada um de nós faça, pelo menos, um QSO em CW.

Um QSO em telegrafia…Nem sabe o bem que lhe fazia! 🙂

Se quiser saber mais sobre o CW, encontra um conjunto de textos, na sua maioria do António Gamito, CT1CZT, no nosso site.

Mas vale a pena ler o que se segue, sobre esta linguagem Samuelina que muitos ouvem falar e alguns têm o privilégio de entender!

Texto publicado no forúm KX-3, em 30OUT2017, por Wayne Burdick, N6KR
Traduzido para Português por Pedro, CT1DBS
NT – Nota da tradução

Acho que o CW tem muitos aspectos práticos e de encantamento que não encontro nos modos digitais, como o FT-8. Não pensem que agora já estou todo queimado com o CW, depois de 45 anos depois de ter feito exame, mas não, continuo a praticá-lo. 😊

Sim, com o FT-8 (etc.) não é preciso pensar muito quando, apesar de condições precárias [NT – propagação..], o seu objectivo é registar tantos contactos quanto possível, com tantos estados ou países quanto possível. É tão simplificado e eficiente que todo o processo é facilmente automatizado. (Se ainda não leram opiniões suficientes sobre o assunto, vejam “The mother of all FT8 threads” no QRZ.com, por exemplo.)

Mas voltemos ao CW. E porque é que ele funciona para mim. YMMV [NT – na minha modesta visão]

O CW é pessoal e visceral, é como conduzir um carro desportivo em vez de apanhar um táxi. Tal como num carro desportivo há riscos. Pode apanhar veículos longos na estrada (QRM). Pode apanhar condutores agressivos (QRN). Cair em buracos (QSB). Ser forçado a conduzir debaixo de chuva ou em condições atmosféricas adversas (QRN).

Com o CW, tal como outras formas de conversação, pode-se mudar o estilo. Enganar-se. Brincar com o assunto.

O CW é uma capacidade que liga operadores de diferentes gerações e países. Uma linguagem, uma mistura de linguagens mais que outra coisa qualquer, com abreviaturas e expressões históricas e algumas questões estranhas. Um clube a que qualquer pessoa se pode associar. (Com 60 anos e capaz de receber a 50 palavras por minuto, num bom dia, posso classificar-me como uma modesta figura esquisita [NT – Nerd Mason, no original], sem valor em qualquer outro domínio, mas muito valioso num concurso.)

Com equipamento muito simples que qualquer pessoa pode construir, tal como um oscilador que use um só transístor de potência, pode ser transmitido um sinal de CW. Tinha muito pouca experiência com electrónica quando, com 14 anos, construí um oscilador com uma potência de saída que alcançava, talvez, 100 mW. Entrelacei as pernas dos componentes e liguei o colector [NT- do transístor] a uma pilha de 9 Volt.

Com este simples circuito na mesa, acoplado a uma espia do mastro de TV, contactei uma estação a 150 milhas [NT – 240 km, aprox.] e fiquei imediatamente agarrado para construir mais coisas. E em QRP. Tenho a certeza que o sinal tinha cliques e estava cheio de harmónicas. Passei o resto da vida a fazer com que este tipo de coisas funcionasse melhor, mas foi assim que tudo começou.

Indo mais abaixo na cadeia alimentar tecnológica, pode-se fazer CW assobiando, utilizando uma lanterna, dando toques na perna de alguém debaixo de uma mesa nas aulas de cidadania ou batendo com uma chave no casco de um navio virado de pernas para o ar [NT – naufragado], tal como aconteceu em Pearl Harbour.  No último Sábado, num clube de tecnologia a que pertence o meu filho, um miúdo de 9 anos mostrou um Arduíno Uno em que um led, utilizando Morse, piscava “Hello World”. Os outros miúdos ficaram impressionados, incluindo o meu filho, que rapidamente escreveu um programa que enviava simultaneamente, para três diferentes leds, três diferentes mensagens, em Morse. Um mini pileup. O seu primeiro programa.

Afinal de contas, para fazer CW não é necessário usar computador, teclado, rato, ecrã ou software. Essas coisas são insubstituíveis no nosso dia-a-dia, mas, para mim, poder desligar tudo excepto o radio é um ponto alto no meu dia. A luz ténue do display brilha como um místico portal para o meu espaço pessoal, o espectro de RF. Se não subir a potência, não há barulho nem da ventoinha. Rodar o botão [NT – do VFO] lentamente, desde a parte baixa de uma banda até ao topo é quase como pescar no meu ribeiro favorito, Taylor Creek, que liga Fallen Leaf Lake a Lake Tahoe.

Puxar a linha através daquela massa verde, daquela água iluminada pelo sol. Ver o que picou. Truta grande? Truta pequena? Eh, é pesca de qualquer forma e um QSO para o outro lado da cidade é um QSO. Admire-o e repita.

(Já agora: Agora sabe porque é que o K3, o K3S, o KX-2 e o KX-3 da Elecraft têm um descodificador incorporado de RTTY e PSK, que permite transmitir no mesmo modo usando a chave iâmbica e receber no display do equipamento. É que decidimos fazer com que esses modos fossem conversacionais…Tal como o CW).

Voltando para os 40 metros…

73,

Wayne Burdick
N6KR

[NT- Wayne Burdick (N6KR) foi co-fundador da Elecraft, em 1988, conjuntamente com Eric Swartz (WA6HHQ)]

Semana Europeia de QRS durante toda a semana: E à Terça também!…

O EuCW convida todos os radioamadores e radio-escutas a participar na Semana Europeia de QRS (EuCW QRS Activity Week). E o GPCW também!

Esta actividade decorre entre as 00h00 UTC de 23 de Abril e as 23h59 UTC de 27 de Abril e não é um concurso.
Antes pelo contrário, é um convite para baixar a velocidade de transmissão e desfrutar do CW em velocidade baixa durante cinco dias.

As datas foram escolhidas para evitar conflitos com concursos.

O objectivo é dar uma oportunidade aos novos operadores.

O espírito desta actividade é que a participação nela possa ser encarada como um serviço a potenciais novos operadores. Uma boa causa, portanto!

A ideia desta semana é trabalhar qualquer estação, mesmo que seja só envio do RST mas utilizando apenas QRS.

Mesmo os QSOs que sejam feitos com estações não participantes podem ser incluídos nos logs.

Os que desejarem podem indicar nos seus logs até 3 estações que mereçam especial reconhecimento pelo “mais entendível morse escutado” (Most Readable Morse Heard). Apenas pode ser dado um voto a cada estação.
Se não quiser este “direito” agradece-se que o indique no Log.

A Semana Europeia de QRS (EuCW QRS Activity Week) nasceu em 2001, pela mão do nosso congénere FISTS. Durante uma década organizaram esta semana até que, em 2012, o AGCW passou a ser o clube organizador.

Datas

De 23 a 27ABR2018, inclusive.

Regra geral – segunda-feira das 00h00 (UTC) às 23h59 (UTC) da semana após o 4º domingo do mês de Abril.

MODE

CW/A1A (só auditivo)

CLASSES

A – Mais de 10w input ou 5w de saída
B – QRP (menos de 10w input ou 5w de saída)
C – Radio escutas.

Há ainda uma classe invisível de participantes que são os clubes do EuCW (GPCW, por exemplo…).

Cada participante pode dedicar a sua participação ao seu clube: Basta indicar o respectivo clube e o número de membro no log.
Pode anunciar o facto de ser membro de um clube durante o QSO, mas não há obrigação de o fazer. Aliás, não é recomendável provocar confusão nos mais novos na prática de CW com o envio de acrónimos de clubes e números com 4 ou mais dígitos…

Chamada

Não há obrigação de o fazer especialmente, mas utilizar “CQ QRS” pode ser útil para ser detectado como participante na actividade.

Os mais experientes devem fazer CQ repetidas vezes porque os novos chegados ao CW tendem a ser envergonhados e tendem a seleccionar estações que podem descodificar facilmente…

As frequências recomendadas – sem qualquer obrigação – andam à volta de +/- 10KHz das frequências abaixo indicadas, incluindo nas bandas WARC (ver abaixo).

Chaves/velocidades

Utiliza-se qualquer tipo de chave, com ou sem keyer.
Não é aceitável o uso de qualquer teclado ou mensagens pré-programadas. Apenas é aceitável o uso de chamada pré-gravada (“CQ QRS”, por exemplo).

A velocidade máxima é de 14 WPM (70 cpm).

Se um correspondente responder a uma velocidade mais baixa, deve baixar-se a velocidade para corresponder à do outro OM

QSOs

A duração mínima para um QSO é de 5 minutos. Basta fazer QSOs normal de forma amistoso, como de costume.

Todos os QSOs devem constar do log e qualquer estação de qualquer país pode ser contactada, inclusive aquelas que não participam da actividade. Nesse caso, sugere-se que os tente convencer a participar…

O RST deve ser real. O típico 599/5NN deve ser evitado, excepto quando for esse o caso…

Parte-se do princípio que todas as estações são iguais, independentemente do “brilho” do seu indicativo.
O objectivo é obter o mais número de sinais QRS!
Logo, faça QSO com os seus colegas radioamadores todos os dias, mesmo que seja com os mesmos de sempre!

LOGS

Os logs podem ser enviados em ADIF.

O GPCW fica à disposição de qualquer colega que tenha dificuldade na “produção” deste log. Basta enviar um email para gpcw.geral@gmail.com

Cabeçalho

O cabeçalho dos logs deve conter, pelo menos, as seguinte informação:

  1. Indicativo
  2. Nome e QTH
  3. Endereço
  4. Club EUCW de preferência (GPCW, obviamente…)
  5. Classe (A= QRO, B=QRP ou C=SWL)
  6. Número de QSOs
  7. Votos para os operadores com “o mais entendível morse escutado”, até 3 indicativos
  8. Tipo de certificado deseja (papel ou pdf) caso seja reconhecido como uma das estações mais activas.

Pode juntar-se outros detalhes, se assim entender.

Informação dos QSOs

O número mínimo de colunas será:

  1. Data (aaaammdd; exemplo 20180423)
  2. Hora UTC (HHMM)
  3. Indicativo do correspondente
  4. Banda
  5. Modo (CW)
  6. RST enviado
  7. RST recebido
  8. Nome do correspondente enviado no QSO
  9. QTH do correspondente enviado no QSO

É aceitável que o RST enviado, RST recebido, nome e QTH não estejam presentes ou estejam incorrectos (ver objectivos desta semana…)
Recomendamos que outras informações da estação correspondente sejam incluídas, a título facultativo, nomeadamente equipamento utilizado, antena, WX, etc.

Envio de logs

Recomenda-se que os logs sejam enviados por correio electrónico para qrs@eucw.org

Para envio de logs em papel consulte a página do EuCW.

A ideia predominante é que é melhor qualquer log que log nenhum da mesma forma que um QSO incompleto é melhor que nenhum QSO.
A Semana QRS da EuCW não é uma competição mas uma oportunidades para os novos operadores de CW utilizarem as bandas (em cw…) sem medo de velocidades excessivas.

Prazo para o envio de Logs

Os logs devem ser enviados até 31 de Maio.

Frequências

As frequências recomendadas (área de actividade) são as seguintes:

2m – 144.065 MHz (evitar 144050 por causa das esporádicas)
6m – Utilizar qualquer frequência do plano de banda da IARU
10m – 28.055 MHz (Frequência recomendada pela IARU para QRS)
12m – 24.905 MHz
15m – 21.055 MHz (Frequência recomendada pela IARU para QRS)
17m – 18.085 MHz
20m – 14.055 MHz (Frequência recomendada pela IARU para QRS)
30m – 10.125 MHz
40m – 7.035 MHz (permanecer exclusivamente na banda “CW” 7000-7040 kHz)
80m – 3.555 MHz (Recommended IARU frequency for QRS)
160m – Utilizar qualquer frequência do plano de banda da IARU

As frequências de chamada QRP devem ser evitadas: 1843; 3560; 7030; 10116; 14060; 18096; 21060; 24906; 28060 kHz.

Os novos operadores de CW que não se sintam ainda capazes de colocar um sinal no ar são especialmente convidados a participar na categoria SWL.

Próximo fim de semana (21/22ABR) – CQMM DX Contest 2018 (Brasil)

O concurso CQ Manchester Mineira, conhecido mundialmente como CQMM, promovido pelo o nosso parceiro no Brasil, Grupo de CW de Juiz de Fora, (CWJF), realizar-se-á em já no próximo fim de semana (21 e 22 de Abril de 2018).

As regras e demais informações deste Concurso mundial  podem ser encontradas na página do concurso (http://www.cqmmdx.com/).

O CQMM DX Contest está a evoluir para melhor, uma vez mais, como se pode depreender dos dados adiantados aqui, em que foram batidos os seguintes recordes em 2017:

  • 4 recordes mundiais;
  • 14 recordes continentais;
  • Maior número de logs (desde que o CQMM acontece a nível mundial);
  • Maior número de estações QRP;
  • Maior número de estações YLs;

Mesmo com a propagação no estado actual, é significativo o crescimento do CQMM, no qual costumam marcar presença alguns OMs do GPCW ou de CT/CT3/CU.

Esperamos que a edição do Concurso de 2018 tenha ainda mais sucesso e os recordes batidos em 2017 possam, novamente, ser ultrapassados.

Dia Mundial do Radioamador – 18 de Abril

Comemora-se a 18 de Abril o Dia Mundial do Radioamador.
Este dia comemora a formação, em 18 de Abril de 1925, da IARU – International Amateur Radio Union, em Paris.

Apesar de se achar, na altura, que a denominada onda curta não tinha qualquer utilidade, os radioamadores foram os primeiros a concluir que suportava comunicações a longa distância.
Assim, com a vista à utilização comercial desses menores comprimentos de onda, os radioamadores ficaram em risco de ser colocados de lado, ou seja, sem espectro…
Com vista a evitar tal situação, um grupo de pioneiros do radioamadorismo, juntou-se em Paris e formou a IARU, constituindo-se num grupo de pressão organizado.

O trabalho deu frutos e, apenas dois anos mais tarde, na Conferência Internacional de Radiotelegrafia – que precedeu as WRC’s dos nossos dias -, foram atribuídas as bandas de 160, 80, 40, 20  e 10 metros aos radioamadores.
Desde então a IARU tem-se batido na defesa do espectro dos radioamadores, tendo-se verificado a expansão das alocações de faixas de frequência que são conhecidas.

A IARU tem representados 160 países, repartidos por 3 regiões, sendo a maior organização de radioamadores do mundo, estando Portugal englobado na Região 1.

A IARU é reconhecida pelas Nações Unidas como uma ONG e pela ITU como organização internacional (CV/Art.19, No. 230).

Existem mais de  3 000 000 radioamadores no mundo!

Este Dia do Radioamador é a altura para celebrar e enfatizar a ajuda que podemos dar na educação cientifica e nos serviços à comunidade que somos capazes de presta, através de eventos e actividades.

A Rede dos Emissores Portugueses (REP) é a associação representante de Portugal na IARU, Região 1, desde 1933.